Ainda dá tempo de tantas coisas. Em pensar que eu tenho a vida inteira pela frente. Viver cada segundo e realizar tantos sonhos e desejos. Viajar para os estados Unidos e andar com aqueles copos enormes da Starbucks pelas ruas de Nova York. Tomar coragem e dizer algumas coisas para certas pessoas. Ler todos os livros da Meg Cabot. Fazer faculdade de Pscicologia. Descobrir o sentido da vida. Escrever um livro, uma série para a TV e ser diretora de um filme. Acampar. Aprender a dançar. Ir à uma premiação do Emmy, do Golden Globe ou do Oscar. Aprender Matemática. Entender Física. Assistir todas as temporadas de todas as séries que eu sempre quis ver. Jogar uma boa partida de pôquer.
A verdade é que eu tenho tempo para todas elas, mas falar é fácil, não é mesmo?!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
I'm a little bit of Bella Swan
É, eu sou assim. Um pouco atrapalhada, tropeço nos próprios pés, odeio festas e atenção extra dirigida a mim. Sou um imã para problemas, humana; Tenho uma inexplicável atração por vampiros e claro, sou eternamente apaixonada por Edward Cullen. ♥
domingo, 20 de setembro de 2009
''Nós dois estávamos sentados no telhado da varanda da frente, que por acaso se projetava abaixo da janela do meu quarto. Era bem legal ali fora, sob as estrelas. Nós estávamos suficientemente alto para ninguém ver - não que alguém além de mim e do padre Dom pudesse ver Jesse - e o cheiro era bom por causa do pinheiro gigante ao lado da varanda. Nesses dias era o único lugar em que podíamos ficar conversando sem medo de sermos interrompidos.''
Suze&Jesse ♥
Suze&Jesse ♥
sábado, 19 de setembro de 2009
Imagem Insatisfeita
Detesto o que vejo no espelho. Não importa o quanto eu emagreça ou engorde, sempre me acharei que não está bom o suficiente. Mas quanto mais eu pense assim ainda tenho aquela certeza de que tenho que me aceitar porque sou assim. Então convivo bem com isso na maior parte do tempo. Ás vezes, quando observo a aparência das pessoas penso como seria bom que meu cabelo fosse igual a tararam e que meu nariz podia ser um pouquinho mais fino como de tchararam. Mas depois de um tempo percebo o quanto eu odeio aquilo que me faz diferente do que seria o normal. Me sinto bem sozinha, não confio plenamente naquilo que não posso ver, tenho poucos amigos, sou altamente insegura, prefiro meu sofá e um bom seriado à sair para qualquer lugar do mundo. Então penso que apesar de ser uma atrapalhada sonhadora que as vezes se magoa, não importa. Essas características fazem eu ser quem sou. E ser Amanda não é ruim. Minha relação comigo mesma é um grande conflito: certos dias me amo, e nos outros me odeio. Quem sabe um dia eu aprenda a realmente gostar de mim - e não só aceitar - o tempo todo.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Quando as coisas se tornam reais demais pra mim eu me confundo toda. Preferia continuar lançando aqueles olhares exitantes e sorrisos tímidos a distância para ele do que agora que ele sabe dos meus sentimentos e eu sei dos deles, o que dá na mesma.
Mas quando tem gente demais interferindo e dando palpites a situação fica mais confusa ainda. Preferia que tudo voltasse aquele dia da biblioteca quando ele me chamou para conversar e ter dito tudo de uma vez, ao invés de ficar olhando fixamente para a estante de livros para a doação e ele para as próprias mãos que tinham tanto interesse quanto uma pilha de livros velhos.
Queria que ele não tivesse vergonha de mim, e que eu fosse menos reservada quando o assunto são meninos.
Mas quando tem gente demais interferindo e dando palpites a situação fica mais confusa ainda. Preferia que tudo voltasse aquele dia da biblioteca quando ele me chamou para conversar e ter dito tudo de uma vez, ao invés de ficar olhando fixamente para a estante de livros para a doação e ele para as próprias mãos que tinham tanto interesse quanto uma pilha de livros velhos.
Queria que ele não tivesse vergonha de mim, e que eu fosse menos reservada quando o assunto são meninos.
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