Eram as bolhas de sabão que mais me encantavam. Me lembro de ficar no parapeito da janela assoprando - as e vendoas flutuar janela afora, ou até mesmo cair.
Era a paciência de ficar sentado durante horas na mesa da cozinha lendo um livro que por mais bonita que fosse a capa, eu não sabia o título ou ao menos o asunto, mas eu adorava observá-lo lendo.
Eram as risadas que nós davam naquelas partidas de pôquer ou dominó que me davam o sentimanto de estar no lugar mais seguro do mundo.
E sempre foram essas coisas simples que ele me ensinou que eu aprendi a contemplar as coisas mais lindas da vida. Seja uma risada, uma letra que muda todo o curso da história, a paciência de esperar a coisa certa, a verdadeira admiração e mais umas incontáveis coisas que eu aprendi com o meu avô. Meu mestre, meu pai. O homem mais incrível do mundo.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
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